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Notícia

Trabalhador do Mobiliário luta por reajuste salarial digno e valorização profissional

ACompanheiro!

Você que é do setor mobiliário fique atento porque estamos mobilizando a categoria para assinar o Acordo Coletivo. Por falta de compromisso do sindicato patronal, a diretoria do nosso sindicato vem assinando o Acordo com as empresas individualmente. O Sindicem, sindicato que representa os patrões, insiste em desvalorizar o trabalhador e não quer nem saber de negociação para o reajuste salarial digno de nossa categoria. A política dele é o quanto pior melhor. De forma vergonhosa orienta as empresas a dar um percentual de reajuste que mais parece uma esmola, desvalorizando a classe trabalhadora. Esquece que sem nós não há produção. Precisamos virar o jogo e mostrar para o Sindicem que essa política tem que mudar.

O trabalhador exige respeito, salário decente e condições que levem em conta a nossa importância dentro do processo produtivo. Rejeitamos qualquer tentativa de nos darem um aumento menor do que 9%, índice que vem sendo aplicado em outras categorias e dos acordos individuais assinados no período 2013/2014. Só para ter uma ideia da diferença vergonhosa que atinge nosso setor, um ajudante da construção civil recebe hoje, de piso, R$ 1.144,40, sem contar o vale alimentação de R$ 310,00, almoço servido no local de trabalho ou tíquete refeição de R$ 24,00 e Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Já o salário profissional do Mobiliário não passa de R$ 1.200,42. O ajudante tem sua importância no processo produtivo, mas o profissional do Mobiliário é fundamental dentro da fábrica.

A estratégia do patrão é a seguinte: cada empresa dá o reajuste que quiser e o trabalhador que se dane para viver com o que ganha. Para enganar, dá um por fora e no fim quem fica prejudicado é o trabalhador que perde na hora de receber o Fundo de Garantia, férias, décimo terceiro e até na aposentadoria. O Sindicem, por sua vez, lava as mãos, sem tomar nenhuma posição.

O Sinticom está convocando as empresas para discutir a questão do reajuste com índice que atenda as necessidades do trabalhador. E se não houver negociação, pode haver paralisação.



09/07/2014

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