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Notícia

Greve dos trabalhadores das obras do Comperj termina depois de 40 dias

Acabou a greve dos trabalhadores das obras do Comperj. A decisão foi tomada em assembleia que reuniu cerca de 20 mil operários, nesta segunda-feira pela manhã, no Trevo da Reta, no entroncamento da RJ 116 com a BR 101, em Itaboraí.

A greve durou 40 dias corridos e foi encerrada com a proposta patronal de aumento linear de 9%, pagamento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) até a próxima sexta-feira, vale alimentação de R$ 410,00 mais um VA extra e pagamento de oito dias parados. Os trabalhadores queriam 15% de reajuste e VA de R$ 500,00.

Levando-se em conta apenas os dias úteis, a greve durou apenas 25 dias. Eles serão divididos em três partes iguais: 1/3 pagos pelos trabalhadores via extraordinário a ser definido no canteiro de obras; 1/3 abonados pelos patrões e 1/3 congelados, sem desconto no contracheque do trabalhador.

Logo após a assembleia, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Plano da Construção Civil e do Mobiliário de São Gonçalo e Região, Manoel Vaz, disse que a categoria acordou e pôs fim a partidarização do movimento que um grupo estava tentando levar para dentro da entidade. “Ela entendeu que o sindicato está na luta para defender os interesses dos trabalhadores. A gente sabe os limites que tem que chegar. Os patrões, em nível de Brasil, cerraram fileiras para não poder avançar muito, não chegar a 10%. Foi um momento positivo, o trabalhador tem que entender que precisa sempre dizer não a partidarização do movimento sindical e o sindicato é quem sempre tem que negociar o processo produtivo”.

Vaz ressaltou que vai sempre lutar pela valorização do trabalhador. “O retorno ao trabalho agora amplia o processo de negociação com outros benefícios que a gente pode ajustar como a melhoria de outras funções com salários a mais, com a possibilidade de costurar a redação mais fácil de forma que o trabalhador possa entender o que foi negociado, que vai para a cartilha dele, nós somos um dos poucos sindicatos no país que diz o que foi negociado e entrega isso ao trabalhador”, ressaltou.

Manoel Vaz condenou o preconceito que a categoria sempre sofreu e que começa a ser superado. Ele observou que “isso está incomodando determinados setores da elite inclusive da própria classe trabalhadora, que também tem elite. Os trabalhadores da infraestrutura são a base do desenvolvimento desse país. É com essa consciência, com essa responsabilidade, pelo desenvolvimento e pelo processo produtivo e com a interferência do sindicato, vai ser sempre assim.”

O presidente do Sinticom, explicou o que foi aprovado pela categoria. Segundo Vaz “conseguimos recuperar os salários de fevereiro, o vale alimentação de janeiro e mais um vale alimentação extra, os 25 dias parados serão compensados da melhor que convier para o trabalhador. Gostaria de ressaltar que não vamos permitir que o trabalhador seja usado como massa de manobra. Desde quando assumimos o mandato neste sindicato, em 2006, temos buscado incessantemente a valorização do trabalhador”.


17/03/2014

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