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Com menos investimentos, cai número de empregos na construção civil



Ribeirão Preto perdeu 41 vagas na construção civil em setembro, em relação a agosto, segundo dados da pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Considerados os 12 últimos meses, a redução é de 1.173 vagas.



Para o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, a nova queda do nível de emprego reflete a persistência de escassez de novos investimentos em construção, apesar do otimismo com a condução da política econômica.



“Medidas que objetivem o reequilíbrio fiscal, como a instituição de um teto para os gastos públicos e a reforma da Previdência, são necessárias para recuperar a confiança dos investidores. Porém, não bastam para reaquecer a economia”, comenta.



Romeu Ferraz preconiza a necessidade de adoção urgente de outras medidas para estimular a produção e o emprego, como as reformas tributária e trabalhista, a racionalização das despesas do governo, a diminuição dos juros, a elevação da oferta de crédito e a agilização das concessões e parcerias público-privadas da União, estados e municípios.



Por segmento, obras de acabamento e imobiliário registraram as maiores quedas em setembro na comparação com o mês anterior, 1,30% e 1,29% respectivamente. No acumulado do ano, contra o mesmo período do ano anterior, o segmento imobiliário segue apresentando a maior queda (-17,76%), seguido por preparação de terreno (-14,92%).



A deterioração do mercado de trabalho afeta quase todas as regiões do Brasil, sendo que os piores resultados foram observados no Sudeste (-1,36%) e Nordeste (-1,16%). No estado do Rio de Janeiro, foram 6.441 demissões no período na comparação com agosto. Minas Gerais perdeu 2.226 vagas.



No Brasil, com a queda de 1,14% no nível de emprego em setembro na comparação com agosto, a construção civil alcançou a negativa marca de dois anos seguidos de cortes, totalizando 899.913 mil demissões. Foram 30.823 demissões em setembro, deixando o saldo de trabalhadores no setor em 2,678 milhões. Em outubro de 2014, primeiro mês de queda, o estoque era de 3,57 milhões.



Nos primeiros nove meses do ano houve corte de 225.069 vagas. Em 12 meses o saldo negativo é de 460.014 empregos a menos. Desconsiderando efeitos sazonais, foram fechadas 48.068 vagas em setembro (-1,8%).



Fonte: Revide



29/11/2016

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