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Notícia

CMN diminui juros para financiamentos de imóveis de até R$ 1,5 milhão


O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou mudanças que valem a partir desta sexta-feira (30) para financiamento de imóveis de até R$ 1,5 milhão. Foi decidido que as instituições financeiras poderão financiar imóveis novos com esse valor, com juros menores, de até 12% ao ano. Para esse empréstimo, foi autorizado o uso de 6,5% dos recursos da poupança. Essas contratações são temporárias e estão estipuladas por um prazo de um ano.


O valor dos imóveis contratados no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) permanece o mesmo: R$ 750 mil para os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo e no Distrito Federal, e R$ 650 mil nos demais estados brasileiros.


Atualmente, os bancos têm de destinar 65% dos depósitos na caderneta para o crédito imobiliário. Desse valor, 20% são destinados a operações de mercado, e 80% ao SFH. Com a mudança anunciada ontem, a parcela da poupança ao SFH cai para 70%, com a criação da faixa de 6,5%, aplicada para moradias de até R$ 1,5 milhão.


Os juros do SFH estão limitados a 12% ao ano. O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não será usado nos financiamentos para imóveis de até R$ 1,5 milhão com recursos da poupança, mas a nova modalidade de crédito terá o mesmo teto para as taxas.


Segundo a chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), Sílvia Marques, a medida temporária será aplicada de forma definitiva, se bem-sucedida.


De acordo com Marques, atualmente são R$ 495 bilhões aplicados na poupança no país. Desse valor, os bancos teriam de destinar R$ 322 bilhões para o crédito imobiliário. No entanto, o estoque de empréstimos para o setor chega a R$ 354 bilhões.


O CMN, responsável pela decisão, é formado pelo Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, pelo Ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, e pelo Presidente do Banco Central do Brasil, Ilan Goldfajn.



Fonte: Construção Mercado



05/10/2016

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