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Notícia

Produção industrial recua 9,1% no primeiro semestre, pior resultado desde 2009


RIO - Nos seis primeiros meses de 2016, a produção industrial brasileira recuou 9,1%, o pior primeiro semestre desde 2009 (-13%), segundo informou nesta terça-feira, 2, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em junho ante maio, por outro lado, a produção industrial subiu 1,1%, na série com ajuste sazonal. O resultado foi a alta mais acentuada para o mês nessa base de comparação desde 2013 (+3,5%).


No segundo trimestre, a queda na produção foi de 6,7% ante o mesmo período do ano passado, também o pior resultado para um segundo trimestre desde 2009, quando caiu 11,9%.


O resultado veio dentro das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam uma expansão de 0,50% a 3,10%, com mediana positiva de 1,20%. Em relação a junho de 2015, a produção caiu 6,0%. Nessa comparação, sem ajuste, as estimativas variavam de retração de 7,30% a 4,20%, com mediana negativa de 6,30%.


A produção industrial acumulou um avanço de 3,5% nos últimos quatro meses de resultados positivos. A alta registrada em junho ante maio teve perfil disseminado de crescimento: 18 dos 24 ramos investigados tivera aumento na produção. A principal influência positiva foi da atividade de veículos automotores, reboques e carrocerias, que registraram crescimento de 8,4%, resultado superior à expansão de 5,5% verificada no mês anterior.


Outras contribuições positivas importantes foram dos segmentos de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (4,7%); metalurgia (4,7%); confecção de artigos do vestuário e acessórios (9,8%); artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (10,8%); produtos farmoquímicos e farmacêuticos (4,4%); e produtos de borracha e de material plástico (2,4%).


Na direção oposta, os ramos que mais impactaram negativamente o desempenho da indústria foram produtos alimentícios (-0,7%); bebidas (-2,6%); coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,6%); e celulose, papel e produtos de papel (-2,0%).


A produção da indústria de bens de capital subiu 2,1% em junho ante maio. Na comparação com junho de 2015, o indicador mostra queda de 3,9%. No acumulado de 2016, houve redução de 20,1% na produção de bens de capital. Em 12 meses, o resultado é de retração de 26,2%.


Em relação aos bens de consumo, a pesquisa registrou alta de 1,2% na passagem de maio para junho. Na comparação com junho de 2015, houve recuo de 2,9%. No acumulado do ano, a queda é de 6,7%, enquanto a taxa em 12 meses é de recuo de 8,8%.


Revisões. O IBGE revisou o dado da produção industrial do mês de maio ante abril, de 0,0% para 0,4%. O resultado de abril ante março também foi revisto, de 0,2% para 0,5%, enquanto o de março ante fevereiro saiu de 1,4% para 1,6%.


A produção de bens intermediários também foi revisada, de -0,7% para -0,5% em maio ante abril. Já a fabricação de bens de consumo duráveis no período saiu de 5,6% para 6,0%, enquanto a produção de bens de consumo semi e não duráveis passou de -1,4% para -1,3%.



Fonte: Estadão



02/08/2016

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