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Notícia

Dólar opera em alta, com volta de interferência do BC


Acompanhe a cotação ao longo do dia


Às 9h10, alta de 0,39%, a R$ 3,2555


Às 10h, alta de 0,65%, a R$ 3,264


Às 10h29, alta de 0,76%, a R$ 3,2678


Às 11h09, alta de 0,85%, a R$ 3,2707


Às 12h, alta de 0,64%, a R$ 3,2639


Às 12h30, alta de 0,7%, a R$ 3,2655


Às 13h29, alta de 0,78%, a R$ 3,


"É um dia ruim para ativos emergentes e a volta do BC ao mercado serve de argumento para comprar dólar", disse à Reuters o operador da corretora B&T Marcos Trabbold.


Ainda de acordo com a agência, o dólar avançava em relação às principais moedas emergentes e ligadas a commodities nesta sessão após a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) mostrar que a indústria na Grã-Bretanha encolheu no maior ritmo em mais de três anos em julho.


Os números se somaram a outros dados recentes apontando fraqueza nas perspectivas econômicas britânicas, reacendendo preocupações com as consequências econômicas do chamado "Brexit". Muitos investidores haviam deixado de lado esses temores diante de expectativas de novos estímulos globais.


A moeda norte-americana subia mais no mercado brasileiro do que em seus pares, reagindo também à venda de 10 mil swaps reversos, que equivalem a compra futura de dólares, pelo BC.


A autoridade monetária retomou a ferramenta após deixá-la de lado na sexta-feira, mantendo a estratégia de reduzir seu estoque de swaps tradicionais, correspondentes a venda futura de dólares. No pregão passado, o BC apenas fez um leilão de venda de dólares com compromisso de recompra para rolagem de contratos já existentes.


"Parece que o 'modus operandi' do BC vai ser fazer leilão de 10 mil swaps em todos os dias exceto o último pregão do mês", disse à Reuters o operador de um banco internacional, sob condição de anonimato.


No cenário local, investidores continuavam à espera de medidas da equipe do presidente interino Michel Temer pretende adotar para controlar o crescimento dos gastos. Em especial, buscavam novas pistas sobre como será a proposta de reforma da Previdência Social e quais os planos do governo para garantir sua aprovação no Congresso Nacional.


O mercado também monitorava a volta dos trabalhos no Congresso, cuja pauta nesta semana inclui a renegociação das dívida dos Estados.


Último fechamento


O dólar fechou o último dia de negócios de julho em queda, voltando a ser cotado abaixo de R$ 3,25, reagindo a apostas de que os juros demorarão mais para subir nos Estados Unidos e à atuação limitada do Banco Central brasileiro. A moeda norte-americana, no entanto, encerrou o mês com leve alta.


A moeda dos EUA caiu 1,63%, cotado a R$ 3,2429 – menor nível de fechamento desde 1º de julho (R$ 3,2328).


O dólar teve queda de 0,47% na semana e alta de 0,92% em julho. No ano, contudo, a moeda tem recuo acumulado de 17,8%.



Fonte: G1



01/08/2016

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