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Notícia

Não há vagas de emprego em agências de encaminhamento profissional da região


Empresas do setor não conseguem recolocar desempregados no mercado de trabalho


Não há vagas. Esta é a frase que milhares de trabalhadores têm escutado nos últimos meses. Mas não só eles: empresas de encaminhamento profissional também têm precisado repetir isso, despedir funcionários e até suspender as atividades.


Um exemplo é a Mazzini Gestão de Serviços Integrados. Há 36 anos no setor, pela primeira vez está sem nenhuma vaga, cenário que já dura mais de uma semana.


Antes, em feriados, a empresa encaminhava até 600 pessoas a empregos temporários. Nos períodos de menor procura, o índice era de 150 no mês. Mas, desde a semana passada, nenhuma das 200 empresas parceiras trouxe boa notícia.


“A nossa grande dificuldade é que nenhum cliente está precisando. Eles nem sabem quando terão vagas e dizem estar até remanejando os funcionários para não demitir. Realmente é um fato inédito”, diz Thiago Garcia, gerente comercial da Mazzini.


Sem tanto trabalho a fazer, a empresa até dispensou funcionários e mudou a pilha de currículos recebidos de lugar. Antes, ficavam atrás da recepção. Motivo: como a imagem começou a assustar os candidatos, a mesma foi para baixo do balcão. Há mais de dez mil currículos impressos acumulados.


“Antes recebíamos a metade por mês, mas os papéis não ficavam aqui, já que as pessoas eram empregadas”, diz a psicóloga da Mazzini, Silvana Hungerbuhler.


Na Top Sett Recursos Humanos a situação é pior. A empresa que seleciona funcionários temporários fechou uma agência em Cubatão e, após 15 anos no ramo, suspendeu em Santos as atividades temporariamente, também por falta de empregos a oferecer.


“Com a Operação Lava Jato, muitas empresas que prestavam serviços para Petrobras e o polo industrial de Cubatão perderam contratos. Não temos como encaminhar ninguém assim”, explica Nanci Nascimento, diretora geral.


A Libra RH, de Santos, diz que só tem vagas porque uma única empresa abriu temporariamente alguns cargos, mas os candidatos não preenchem os requisitos exigidos.


“As empresas até chamam, mas precisam realocar funcionários e mudar as exigências. Então, há vagas que abrem e nem se concretizam. É muito triste ver pessoas pós-graduadas querendo fazer limpeza”, conta Camila do Carmo, assistente de recrutamento e seleção, lembrando que antes a empresa encaminhava de 20 a 30 pessoas ao mercado e hoje são no máximo seis, em um mês.


Até o Centro Público de Trabalho e Emprego de Santos teve queda. Em janeiro empregou 110 trabalhadores, em fevereiro 46 e, em março, 18. Reflexo dos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.


Na região


A Baixada Santista perdeu 9.813 empregos com carteira assinada no primeiro trimestre de 2016. Foram 37.199 desligamentos contra 27.386 admissões – 12% das 81.782 vagas fechadas no Estado. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.


No Brasil


O País perdeu 323.052 empregos formais de janeiro a março deste ano. Só no mês passado, foram perdidos 118.776 registros em carteira de trabalho, pior resultado desde 1992, segundo o Caged.



Fonte: ATRIBUNA



13/05/2016

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