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Notícia

Energia elétrica e combustíveis elevam custo de vida na cidade de São Paulo


O custo de vida na cidade de São Paulo subiu 1,40% , em fevereiro, na comparação com janeiro último, e a inflação em 12 meses, de fevereiro de 2014 a fevereiro deste ano, apresentou variação de 7,9%, informou hoje (9) o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).


O resultado mais alto do segundo mês do ano sobre o primeiro reflete, principalmente, os avanços em habitação (2,19%), pressionado pelo reajuste de energia elétrica (13,87%), e em transporte (3,14%), influenciado pela correção no preço da gasolina (7,5%).


Em alimentação, a taxa indicou alta de 0,88% e em saúde (1,26%). Neste último, o destaque foi a assistência médica (1,52%), com elevação no valor das consultas médicas (1,04%) e dos seguros e convênios (1,63%). Em relação aos alimentos, as refeições fora de casa tiveram alta de 1,36%; os alimentos in natura e semielaborados, 1,02%, e os produtos da indústria alimentícia, 0,36%.


Entre os itens que mais encareceram estão os legumes (17,56%). O tomate aumentou 17,67%,o pepino (23,24%), a vagem (23,88%) e o chuchu (36,04%). No segmento das hortaliças (7,56%) as maiores elevações foram verificadas em relação à couve-flor (9,84%) e alface (8,20%).


A combinação dos alimentos arroz e feijão pesou mais no orçamento, com uma elevação média dos grãos em geral em 2,38%. O feijão carioquinha aumentou 6,39% e o arroz (0,74%). Com o aumento da oferta, a batata apresentou queda de 5,75%. A cebola ficou 10,31% mais cara e a cenoura (13,6%).


Os ovos aumentaram 6,33%, enquanto as aves recuaram em 0,83%. A carne bovina subiu 0,39% e a suína apresentou queda de 0,91%. No segmento dos processados, destaque para o óleo de cozinha (2%), salsicha (1,95%), refrigerantes (1,53%) e café em pó (1,25%).


O levantamento indicou ainda estabilidade nos grupos de despesas educação (0,01%) e nenhuma alteração nos grupos: equipamentos; recreação despesas diversas. Em vestuário, a taxa ficou negativa em 0,01%.


A inflação foi maior para as famílias de maior poder aquisitivo, com renda média de R$ 2.792,900, com variação de 1,46%. Na faixa média com renda de R$ 934,17, a taxa oscilou em 1,36% e entre os mais pobres, com renda de R$ 377,49, o índice atingiu 1,24%.


Em um ano, quatro dos 10 grupos pesquisados indicaram altas acima da média da inflação: transporte (9,85%), alimentação (9,40%), educação e leitura (8,43%) e habitação (8,24%).


Fonte: Agencia Brasil



09/03/2015

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